sábado, 9 de setembro de 2023

Phacellodomus erythrophthalmus - João botina da mata.


 Mede cerca de 17 cm de comprimento, com plumagem marrom, fronte, garganta e peito ferrugíneos e olhos em cores que vão do amarelo ao vermelho claro, passando pelo alaranjado. Cauda grande que quase sempre permanece aberta em semi-leque .

sexta-feira, 8 de setembro de 2023

Thalurania glaucopis - Beija flor de fronte violeta


 Mede aproximadamente 11,1 centímetros. Verde brilhante de boné azul-violeta, tufos do crisso brancos, retrizes azul-aço, bico negro. A fêmea apresenta as partes inferiores brancas sujas, retrizes laterais com pontas brancas, testa e lado inferior às vezes lavados de canela.


Caracara Plancus - Carcará


 Medindo cerca de 50-60 centímetros da cabeça a cauda, o peso do macho é de 834 g; a fêmea pesa 953 g e mede cerca de 123 centímetros de envergadura; o carcará é facilmente reconhecível quando pousado, pelo fato de possuir uma espécie de solidéu preto sobre a cabeça, assim como um bico adunco e alto, que assemelha-se à lâmina de um cutelo; a face é vermelha. É recoberto de preto na parte superior e possui o peito de uma combinação de marrom claro com riscas pretas, de tipo “carijó”; patas compridas e de cor amarela; em voo, assemelha-se a um urubu, mas é reconhecível por duas manchas de cor clara na extremidade das asas. 

domingo, 20 de outubro de 2013

Sporophila caerulescens - Coleirinho

Mede 12cm. O macho, com seu inconfundível colar branco e negro recebeu essa denominação. Além do colar, ao lado da garganta negra um “bigode” branco define a área sob o bico amarelado ou levemente cinza esverdeado. Existem machos com peito branco e outros com peito amarelo. Os machos de peito amarelo não constituem uma subespécie diferente, como muitos pensam, mas apenas um morph ou forma alternativa. Seu canto sofre grande variação regional.

A fêmea é toda parda, mais escura nas costas. Sob luz excepcional, é possível ver que ela também possui o esboço do desenho da garganta do macho. Os machos juvenis saem do ninho com a plumagem idêntica à fêmea. As fêmeas não são canoras.
Fora do período reprodutivo, é uma ave de comportamento gregário, vivendo em grupos de 6 a 20 indivíduos, inclusive as vezes formando grupos mistos com outras espécies de papa-capins e tizius. O peso e tamanho reduzidos permitem a esta ave alcançar as sementes de gramíneas trepando pela haste das plantas. Assim como outras aves o coleirinho foi beneficiado pela introdução de algumas gramíneas africanas, especialmente da braquiária, que parece ser a base de sua alimentação em áreas alteradas pelo homem. As populações mais meridionais são migratórias e deslocam-se para latitudes mais baixas nos meses mais frios.

Cyanocorax cristatellus - Gralha do campo

Asas longas e cauda curta. Tem um característico topete frontal alongado. Plumagem azul-escura; parte interior do pescoço e garganta preta; barriga e ponta da cauda brancas. Alcança até 35 centímetros de comprimento.

Assim como outras gralhas brasileiras apresenta a parte inferior branca e a superior negra e azul. Pode ser confundida com a gralha-picaça (Cyanocorax chrysops), mas enquanto a última apresenta uma crista mais alta na nuca, íris amarela e uma região azul ao redor dos olhos, a gralha-do-campo apresenta um topete mais alto na região próxima ao bico, a íris vermelha e a cabeça inteiramente negra.
Vive em bandos e voa alternando o ritmo das batidas com vôos planados. Arborícola, locomove-se facilmente entre os galhos fechados de uma árvore, dando pulos e fazendo vôos curtos.

A gralha-do-campo, também conhecida como gralha-de-topete, é uma das nossas gralhas mais barulhentas. Como se não bastasse o barulho que uma gralha faz sozinha elas vivem em grupos de 4 a 8 indivíduos. Os bandos costumam ter um território e normalmente percorrem um mesmo trajeto todos os dias, tornando previsíveis seus horários de visita a certos locais em alguns casos. São encontradas em vários locais, mas raramente descem ao solo. Passam a maior parte do tempo em árvores altas, até mesmo de espécies introduzidas como o eucalípto e pinheiros.

Veniliornis spilogaster - Picapauzinho verde carijó


Com cerca de 17,5 centímetros, é o maior de um grupo de pequenos pica-paus esverdeados. Cabeça pardo-escuro, com o vértice avermelhado no macho; duas linhas brancas no lado da cabeça. Partes superiores marrom-esverdeadas, barradas de amarelo-esverdeados; partes inferiores pardacentas, manchadas de preto. Não confundi-lo com o pica-pau-chorão, que é menor.

Vive nas cidades, zonas rurais, pastos sujos, capoeiras, matas secas, bordas de Mata Atlântica e matas mesófilas. Costuma associar-se temporariamente a bandos mistos de arapaçus, traupídeos e outros passeriforme que vagueiam pela mata. É agressivo, quando apanhado pelo homem defende-se a bicadas, com as mandíbulas entreabertas, deixando duas perfurações na mão de quem o segura. Costuma dormir em buracos o ano todo.

Voz: Inconfundível “ti-rra-rra”, “prío-rr-rr-rr-rr”, “rä-rä-rä-rä”. Tamborila em galhos secos, sendo que a fêmea responde em sequência mais curta e baixa que o macho.
Fonte: Wikkiaves.

domingo, 4 de agosto de 2013

Pyrocephalus rubinus - Princípe

Recebe outros nomes comuns, além de príncipe. Na região pantaneira recebe o nome comum de Barão do Melgaço e indica a chegada próxima à festa de São João, no final de junho, quando é mais notado. Podendo ser chamado ainda no município de Barão de Melgaço, assim como na maioria do Pantanal(Poconé, Cáceres)como são-joãozinho. É popularmente denominado de “Sangue de boi” no sul do brasil, assim como “verão” no extremo sul do Brasil, indicando a chegada, por lá, no período em que o tempo esquenta, após o inverno.

Pyros é fogo em grego, e cephalus é cabeça (latim); rubinus, deriva de rubi, a pedra preciosa vermelha. O nome significa “cabeça de fogo rubi”, intimamente relacionado a coloração vermelha da espécie.
O macho, em plumagem de reprodução, é inconfundível. O vermelho vivo da parte ventral contrasta com o dorso escuro. Atrás dos olhos, uma linha escura reforça o contraste e torna-o único. Na fêmea, no macho juvenil e no macho adulto, entre março e julho, a plumagem da região ventral é cinza clara com estrias mais escuras. Barriga com penas levemente róseo alaranjado ou amareladas (juvenis) ou avermelhadas(adulto). A linha escura atrás dos olhos presente, com o dorso em tom escuro, embora menos contrastante do que na plumagem reprodutiva.

Fonte: Wikkiaves.